Tela de 7″ multitouch (imagino que 800×480), Wifi, chip AmLogic de 1GHz, GPU Mali-400, 512MB RAM, 4GB armazenamento interno. Plasma Active com loja de conteúdo e aplicativos e custando 200 euros.
Será que começam a vender logo?
(Aliás, estamos pensando num post sobre a conexão entre Software Livre e os fabricantes chineses.)
No dia em que o PRADA Phone by LG 3.0 chega ao Reino Unido e o Lima, driver livre para as GPUs ARM Mali 200/400, aparece (embora não lançado oficialmente)…
Apesar de falarmos do ZTE N721 desde setembro, e sabermos que ele já está no mercado desde outubro, aparentemente só agora a ZTE começa a vender no varejo, a preços bem competitivos (entre 300 e 400 reais).
O site da ZTE Brasil está fora do ar no momento em que este post é publicado, e não tem muita coisa em português…
Pra quem lê este blog não é nenhuma novidade, mas é bom ver que a volta da pré-venda trouxe a atenção de gente de fora do mundinho open-source para o handheld. Vamos torcer para não haver nenhuma pixotada desta vez.
A “interface única”. Uma interface que funcione da mesma maneira para todos os formatos de computadores no mercado (smartphones, tablets, desktops/laptops, até mesmo TVs inteligentes). Um Santo Graal buscado por Google com o Android 4.0, Microsoft com a Metro UI do Windows 8/Windows Phone 7 e… Canonical com o Heads-Up Display (HUD) no Ubuntu 12.04 LTE.
Quem leu o anúncio de Mark Shuttleworth até o final leu, explicitamente, citações a controle por voz. HUD e controle de voz se tornam a base da interface “além dos desktops” do Ubuntu – menus como os conhecemos definitivamente não funcionam em smartphones e tablets (que o diga Matias Duarte, que lançou uma cruzada contra eles no Android 4.0) e controle de voz se torna um meio popular de controle de smartphones, além de poder ser útil para comandar sua TV.
Por outro lado, a maneira como o HUD vai funcionar nos desktops vai ajudar a responder uma pergunta que me faço a cada movimento da Canonical: será que, na ânsia de ser uma alternativa para OEMs, o Ubuntu está propositalmente abandonando os usuários tradicionais do desktop Linux para outras distribuições, como o Linux Mint?(o que, olhando os números, até que faz muito sentido)