Esperar 4 de julho no seu país é para os perdedores. Espera virar o dia em Taiwan e bota à venda. E o povo queria mesmo FreeRunner, porque já esgotou a versão triband “para o resto do mundo” (900/1800/1900); ainda está disponível a versão “para as Américas” (850/1800/1900).
Aliás, a webshop da OpenMoko está lenta. E olha que a pane do Speedy não me afeta 
Pelo menos é o que diz o diretor executivo da LiMo Foundation… E acho que não inclui o A810.
A Motorola fez um anúncio de dez celulares para o mercado brasileiro no segundo semestre. Do que interessa para este blog, o ROKR E8
, o ZN5… e o ZN200. Posso estar errado, mas acho que é o primeiro país a receber o ZN200.
EDIT: Fotos etc e tal do ZN200 no Zumo.
O Neo FreeRunner terá distribuidores locais na Alemanha, na França e na Índia. Será que tem alguém disposto a trazê-lo para o Brasil?
June 25th, 2008
0:17
Comunidades, Corporações, Hardware, Software
android, carman, dash express, freerunner, garnetvm, nokia, symbian, zimbra mobile
Ari Jaaksi volta ao limelight com a compra da Symbian pela Nokia: blog post e entrevista para a LinuxDevices.
O Marcelo Eduardo conta o que o pessoal do INDT está fazendo para a nova versão do Carman. O Brighthand, famoso site de PDAs e smartphones, resenha o Garnet
VM para os internet tablets.
Já entre os andróides, uns esperam uma explosão de novos fabricantes, enquanto outros falam sobre sua rede-social-com-GPS
.
Que tal ajudar o OpenMoko Neo FreeRunner a ser um dos próximos telefones suportados pelo Zimbra Mobile?
E o Dash Express
, agora, está 100 dólares mais barato.
Enquanto o InfoSync dá uma geral no panorama dos netbooks, ainda estou em tempo de lembrar que o Zumo confirmou o HP 2133
com SUSE Linux (que, aliás, está no MSI Wind
) no Brasil.
Enquanto o Pocketables tenta categorizar os MIDs, o Ubuntu
lança a versão 8.04 da sua Mobile Internet Devices Edition e o BR-Linux avisa do concurso de desenvolvedores da Intel para o Moblin.
Tem MUITA coisa interessante ocorrendo, mas as notícias atropelam este blog e este blogueiro. Enfim.
Primeiro, a notícia em si: a Nokia compra a Symbian, passa o software para a Symbian Foundation e, junto, entrega o S60. Não sufiiciente, a Motorola e a Sony Ericsson entregam o UIQ e a NTT DoCoMo promete entregar o MOAP(S), a interface de usuário dos Symbian japoneses, para criar uma interface única para os Symbian. E o código desse povo todo será liberado sob a Eclipse Public License num prazo de dois anos. Ufa.
Bom, agora que todos sobrevivemos à onda de choque, vamos lá.
- Péssima notícia para o Google. Apesar de não termos código tão cedo, o simples fato do sistema para smartphone mais popular do mundo E a interface gráfica para smartphones mais popular do mundo abrirem seu código já é o suficiente para muitos pensarem duas vezes antes de fazerem um telefone com Android, mesmo sabendo que o Google é um darling da mídia mundial.
- Também não é um bom dia para a LiMo Foundation, mas como ela nunca se lançou diretamente contra os líderes de mercado, no máximo sai com arranhões leves. Talvez saia até mais forte.
- Nokia e Sony Ericsson não precisam se envolver com a “irritante” comunidade Linux, essa “gentalha” que não aceita DRM, SIM-lock e essas coisas que, em geral, escravizam o assinante à operadora e à fabricante.
- Acaba se repetindo por linhas tortas, no mercado de telefonia móvel, o que aconteceu no desktop: Microsoft e Apple insistindo no desenvolvimento proprietário (e não me venham dizer que a base do MacOS X é BSD, porque sem a parte proprietária não sobra nada) e o resto do mundo partindo para o desenvolvimento aberto e colaborativo.
Claro que sobram mais perguntas que respostas: quanto a Nokia controlará da Symbian Foundation? Em que ritmo será a liberação deste código? Quanto de abertura haverá para contribuições da comunidade? O QT está nesse mix? O futuro do Maemo, como fica? Enfim, a história está só começando…
Está todo mundo numa expectativa nervosa, se perguntando se teremos algum Android neste ano, eu inclusive. Aí sai uma reportagem do Wall Street Journal sobre “atrasos” do Android para 2009, e o pânico se instala.
O problema é que a reportagem não adiciona nada ao que já se sabia.
Dentro das vagas respostas que o Google
sempre dá quando se fala do lançamento das primeiras unidades com Android, a data do segundo semestre continua valendo - a não ser, claro, que o quarto trimestre não seja mais parte do segundo semestre… - conforme lembra o PhAndroid. Além disso, o Android é um sistema que tem que rodar nos mais variados produtos dos mais variados parceiros, conforme lembra o Engadget. E é indiscutível que o HTC Dream sai esse ano. Então, não há NENHUM atraso.
O problema está nas operadoras: A Sprint quer que seu andróide rode na sua rede Wimax
, o que é natural, tendo em vista que os seus executivos apostaram a empresa nesta tecnologia. A China Mobile está esperando por um melhor suporte do Android à internacionalização, já que a ordem é o sistema rodar direito em inglês antes de internacionalizar. E o esforço do Google está todo em lançar um Android na T-Mobile americana ainda esse ano. Mas aí é problema das operadoras, não impedindo a HTC, ou qualquer outro fabricante, de lançar um Android ainda esse ano.
Então me pergunto: cadê o atraso, WSJ?
Ou alguém tem alguma explicação melhor para a aproximação da Intel com a Sugar Labs, agora que não é necessário mais passar pelo Negroponte?
A INFO informa lançamento e preço do ROKR E8 no Brasil: segunda quinzena de julho (errei minha aposta), a preço sugerido de 799 reais.