E o Google jogou a bomba do Chrome OS, seu sistema para netbooks/smartbooks/desktops/etc; a internet está em polvorosa, como não poderia deixar de ser, afinal se tem uma coisa em que o Google é mestre é em criar buzz.
Mas aí as perguntas começam a lotar a nossa mente…
- Para quem não se lembra, o último sistema operacional a achar que as pessoas não precisavam de instalar aplicativos foi o iPhone 1.x – e a Apple teve que recuar. Como o Google vai convencer os usuários do Chrome OS de que eles não precisam instalar nada nos seus sistemas?
- Nem todo mundo tem internet 24 horas por dia o tempo todo; além disso, existem situações (p.ex. no avião) em que não há conectividade de espécie alguma. O Chrome OS será utilizável offline?
- Como lembrou o Mashable, o Chrome não está disponível para Linux, é no máximo um alpha. O Google entendeu que o Chrome precisa estar 100% estável em Linux quando o Chrome OS sair, lá pelo meio de 2010?
- Abundância de drivers para periféricos é um dos motivos pelos quais as pessoas usam Windows, mesmo em máquinas que, originalmente, vinham sem ele (não é muito difícil encontrar alguém que tenha comprado um Macbook para instalar Windows). Como o Google vai convencer os fabricantes de periféricos a desenvolverem drivers para o Chrome OS?
- O Google fala em “um novo windowing system”, ou seja, é lógico inferir que o conhecido Xorg não será utilizado. É conhecido que o Google adora reinventar a roda, o Android está cheio desses exemplos; esse “novo windowing system” é mais um caso?
- Afinal, porque criar um outro OS quando já se tem o Android?
- Aliás (pro Fernando ficar feliz), como assim uma distro Linux virou OS?
Entre as coberturas questionadoras, destaco Mashable e ReadWriteWeb.

