Uma discussão que sempre volto é: um app atualizado frequentemente mostra comprometimento do desenvolvedor ou mostra falta de planejamento e maturidade do software em versões preliminares.
Hoje não tenho problema nenhum em dizer que o Ios veio bem mais pronto que o Android na sua primeira versão, E que o Windows phone veio mais maduro que os dois anteriores.
Mas apesar de todos terem sido atualizados diversas vezes, vejo o Android hoje com um sistema mais avançado e completo.
O que nos leva a um segundo ponto interessante, atualizações protocolares. Todo ano sair versão do sistema com 200 novidades irrelevantes e imperceptíveis não me parece muito melhor do que passar em branco.
Mas senti uma vontade de ter um irrelevante Android 4.3 ou até 4.2.3, aquele sentimento de abandono quando durante o keynote o Hugo Barra sai do palco, e faz pouco sentido esse sentimento. Seria mais fragmentação, mais features que não mudaram o Android como um todo e a chance de receber pesadas críticas da impressa por um trabalho ruim ou incompleto.
Não gosto da frase, If it ain’t broke, don’t fix it. Acho que ela impede o progresso, queria poder provar a nova sobremesa do Android, ela deve vir no final do ano, não sei mais, se Jelly Bean ou Key lime pie. Mas tomara que se vier não traga velhas novidades ou que não venha crua, porque houve tempo suficiente para preparar.
Gostaria de não ter esse sentimento de que todo dia tem que ter novidade, mas acho que o fascínio que esses peguenos nos causam, a revolução que nos provem nos deixa ansioso pra ver a chegada da Next big thing, mesmo que seja a conta gotas






