Enfim, foi hoje o dia.
A primeira aparição do dia foi da página de suporte do Nexus One; não por muito tempo, é verdade.
Depois, o Engadget fez a sua parte no hype e publicou sua resenha completa do googler.
Como os rumores não pararam, surgiu é o rumor do Nexus One saindo a 450 euros na França.
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E, enfim, chegou o lançamento do Google/HTC Nexus One com Android 2.1, nenhuma surpresa nas especificações técnicas para quem acompanha este blog.
O interessante está no que foi dito…
- A expansão da Open Handset Alliance em mais 13 membros, incluindo Freescale (que, francamente, alguém achava que iria deixar Qualcomm e TI nadarem de braçada?) e a China Telecom, a gigantesca operadora EVDO chinesa;
- A lojinha de venda do Nexus One se transformou em lojinha de venda de planos e telefones Android do Google (e sim, por enquanto a loja só funciona em quatro países – EUA, Reino Unido, Hong Kong e Cingapura, vendendo Nexus One desbloqueado ou com planos da T-Mobile se você for cidadão dos EUA);
- o Nexus One sairá na Verizon e na Vodafone no segundo trimestre de 2010.
…e no que não foi dito…
- o Google fez questão de levar a HTC para o palco. Fez questão de louvar a HTC. O recado é bem claro: é um telefone by Google, com a marca da empresa em todos os detalhes, mas não é um Google Phone; neste aspecto, aliás, se parece com o T-Mobile G1.
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O Google elevou a aposta, ao se transformar em vendedor multimarcas do Android, mas pelo menos continua sem cair na tentação de competir com seus próprios licenciados de OHA.
Não, Microsoft, Nokia, Palm e Apple, ainda não foi desta vez que suas orações para que o messianismo do Google se transformasse em haraquiri foram atendidas.
Não, hypsters do mundo, ainda não foi desta vez que saiu o Google Phone.
Mas enfim, felizmente o Google ainda tem capacidade de usar a lógica e a racionalidade
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De bônus, uma resenha da Wired.

