Mozilla e Samsung anunciam o Servo. O Google anuncia o Blink, seu fork do Webkit – com a Opera de passageira.
E todos achávamos que estava tudo calmo no campo dos engines, hein?
Mozilla e Samsung anunciam o Servo. O Google anuncia o Blink, seu fork do Webkit – com a Opera de passageira.
E todos achávamos que estava tudo calmo no campo dos engines, hein?
Vocês conhecem a saga do Nexus 7 no Brasil: em pouco mais de dois meses, passou na Anatel, foi posto à venda, saiu de venda e foi citado como exemplo do que “não pode acontecer”.
E aí, hoje de manhã, o Henrique Martin avisa para este post, em que a coisa toda fica ainda mais confusa.
Começa a passar perigosamente da hora de Google e ASUS definirem o que vão fazer com o Nexus 7 no Brasil, se vão vender pelo preço previsto pela ASUS (R$1299), se vão vender com o preço mais baixo que o Google deseja ou se simplesmente não vão vender por falta de acordo sobre preço; o que não pode acontecer é este estado de confusão que as duas empresas estão passando para consumidores e varejistas.
Até agora, quem está se dando bem são os vendedores do MercadoLivre, que puderam, inclusive, calibrar os preços.
EDITADO: E o preço se confirmou.
Amanhã termina a saga da chegada do Nexus 4 ao Brasil, mas isto não impede as pessoas de falarem, certo?
Depois do primeiro preço do esperadíssimo telefone, há mais de um mês atrás, o Ponto Frio antecipa o preço que ele vai cobrar…

Óbvio que o ideal seria vir mais barato, mas isto dependeria de uma coisa chamada Devices on Google Play – que, embora torça muito pra acontecer (e adoraria que acontecesse!), não acredito que vá ser anunciado amanhã.
E, olhando pelo copo meio cheio, 1699 é 100 reais mais barato que os 1799 que a Cissa pedia na sua pré-venda.
Já teve gente que recebeu convite e tudo.

Tem Google, tem LG e tem Hugo Barra de mestre de cerimônias. Só não consegui saber se tem Devices on Google Play para o Brasil, as respostas por SMS e DM que consegui foram todas “não sei”.
(Nexus 7? Bom, só se a Asus aparecer do nada no evento. Fica pra próxima.)
E um dos assuntos desta semana de MWC – até porque o assunto vai e volta, ainda mais com Galaxy S IV daqui a duas semanas – é a relação de forças entre Google e Samsung; esta semana, se falou no medo do Google da Samsung estar “poderosa demais”. Impressão, talvez, reforçada depois que o próprio CFO do Google disse que falta o “wow” nos produtos da pipeline da Motorola – aliás, talvez Guy Kawasaki possa ajudar nessa busca.
Felizmente tem gente que faz conta e disse que, olha só, esse é um problema que está diminuindo.

Ninguém nega que a Samsung tem, e vai continuar tendo, a linha mais completa e mais competitiva de andróides. No entanto, e nem sempre lembramos disso, a Samsung construiu seu castelo numa situação excepcional como foi a do final de 2011 e início de 2012, em que toda a concorrência estava desarrumada: HTC com a mão erradíssima, (então) Sony Ericsson, Motorola e LG completamente perdidas, Huawei e ZTE com telefones medíocres.
A situação mudou: depois de uma penosa reorganização, a HTC volta a ter potencial; LG e Sony conseguiram criar sua própria personalidade nos andróides e emplacar alguns sucessos; Huawei e ZTE estão entrando a sério no jogo; mesmo players menores como a Alcatel OneTouch começam a apresentar produtos viáveis. Entre os phablets – mercado criado pela Samsung – depois de primeiras tentativas patéticas, a concorrência começa a acertar a mão. E, entre os tablets, o sucesso do Nexus 7 ocorreu sem a Samsung por perto.
Ou seja, a Samsung vai continuar forte por muito tempo; fora isso, devagar com o andor que o santo é de barro.
O Google diz que a oferta do Nexus 4 tá maus, a LG diz que não está.
Er… então… LG e Google, já que vocês vão lançar o Nexus 4 em mais uma penca de mercados nos próximos dias (incluindo Brasil), POR FAVOR afinem o discurso sobre o caos que é a oferta do Nexus 4. Inclusive, se aceitam a sugestão, peçam o octógono do UFC emprestado pros irmãos Fertita pra resolverem as questões entre vocês.
Só acho que o Nexus 4, um excelente telefone (externa e internamente) do qual LG e Google deveriam se orgulhar, merece algo parecido com oferta, já que demanda não falta – e, cá entre nós, exige muito esforço não querer um Nexus 4 depois de mexer 5 minutos com um.
(O pessoal que gosta de hackear simplesmente preferiu travestir um Optimus G de Nexus 4)
Do que entrou à venda hoje: Meizu MX2 e Hisense Pulse with Google TV.
Do que vem aí: ZTE Nubia N5 (sim, atrasou), nettops Allwinner A10 da Giada, Acer Iconia B1, Asus ME172V e a câmera andróide com lentes intercambiáveis da Polaroid (os três últimos na CES).
Unboxing e resenha do Olimex A13-OLinuXino. O início do suporte ao Tegra 4 no kernel Linux.
http://www.youtube.com/watch?v=967nio2LF7s
Telas 5″ WVGA é a nova fronteira do low-end, que o diga o ZTE U887.

Resenha do Galaxy Camera. O ZTE Grand X que está indo pra rua agora já está indo com Jelly Bean. O Oppo Find 5 não vai visitar a Europa.
Conforme esperado, o Google vendeu a parte de cable modem e set-top box da Motorola Mobility para o Arris Group.
E, abaixo, o primeiro comercial da LG para o Nexus 4.
http://www.youtube.com/watch?v=jsk-L1sbiGA
Já comentei outras vezes, e sempre gosto de repetir, que uma das inspirações para este blog é o projeto OpenMoko; não por acaso, o telefone que está com o Tux no símbolo deste blog é o Neo1973. A ideia de um telefone livre, e de tudo que ele carrega – particularmente protocolos abertos – continua tão radical e necessária em 2013 quanto era em 2007.
Por isso, não deixa de ser bacana que o winter cleaning do Google envolva dois protocolos abertos de sincronização – CardDAV e CalDAV – como estrelas principais. O trio IMAP, CalDAV e CardDAV – três protocolos abertos – é suficientemente bom para as necessidades dos usuários de dois dos três principais serviços gratuitos de email (Google e Yahoo), até porque o push email – o grande motivo pelo qual as pessoas usavam o Exchange ActiveSync – acabou se tornando pouco relevante na era de Twitter, Facebook Messenger e WhatsApp.
E, para os futuros usuários de Firefox OS e Sailfish, é uma excelente notícia, porque Fundação Mozilla e Jolla Mobile podem dar a eles a sincronização com suas contas Google sem necessidade de recorrer a protocolos proprietários. Aliás, o mesmo pode ser dito do Replicant, do Plasma Active, do Ubuntu Unity e do GNOME Shell – ou seja, todos os sistemas livres que não tem Gapps.
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