Enquanto a versão do Meego para netbooks ganha um update, os donos de N900 podem saber qual o estado do Meego 1.1 unstable. Aliás, a Coding Competition para o N900 foi um sucesso
Palm ocupadíssima com o 1.4.5 para a Sprint, com correções na busca do App Catalog e, quem sabe, permitindo às aplicações suportarem o Universal Search e o dock.
E uma diversão dos donos de OpenPandora é, sem dúvida, plugar tudo na USB e ver se funciona.
Com o lançamento do 1.0, o Jolicloud começa a ganhar a atenção merecida; por exemplo, o Ars Technica submeteu o Jolicloud 1.0 a uma de suas longas resenhas.
Já o OStatic dá uma geral e chega à mesma conclusão que este blog: junto com o Chrome OS (que, o Google volta a repetir, sai esse ano), o Jolicloud tem tudo para voltar a acender o mercado de netbooks, relegados a versões mini (e, portanto, desinteressantes se sua preocupação vai além de preço) de notebooks rodando Windows.
Uma resenha do Pixi Plus e uma resenha do Pre Plus não podiam passar em branco. Ainda mais no mesmo dia em que sai o BFG Maps, uma alternativa para quem não tem paciẽncia pras fraquezas do Google Maps nativo do webOS.
Para quem tem um netbook com os infames GMA500 (Poulsbo), agora tem um instalador alternativo do Ubuntu 10.04. Problema que não terá quem comprar a segunda geração do netbook Sterling, da System76. E dicas e macetes do Jolicloud 1.0.
O Pogoplug Biz marca a entrada da Pogoplug no mercado de pequenas empresas.
O Jolicloud sai de alphas, betas e RCs e começa a atualizar todos os usuários para a versão 1.0.

No post tem uma longa lista de features do Jolicloud 1.0, incluindo o lançador em HTML5, o App Center (a ‘loja’ de aplicativos), o Social Stream (centralização das notificações da comunidade Jolicloud), Universal File System (com suporte a filesystems online como Drop.io e Dropbox) e toques de ‘Anywhere OS’, como se logar no site do Jolicloud, reorganizar seu lançador e, na próxima vez que seu netbook iniciar, as modificações serem aplicadas.
É verdade que haviam previews lançados, mas faltava uma versão 1.0 do código do Meego para que as dúvidas quanto à não-vaporização do projeto se dissipassem de vez.
Então… hoje o Meego sai do vapor com o 1.0. A liberação de hoje consiste em:
- Netbook Experience, com a UI para netbooks originária do Moblin e Google Chrome (ou Chromium, à sua escolha)
- Core Software Platform, com o básico para rodar o Meego mais stack de telefonia.
Enquanto outubro não chega e o 1.1 não aparece com seu suporte a dispositivos touchscreen (smartphones, tablets etc), você pode baixar o 1.0 Netbook Experience para testar em seu netbook ou o 1.0 Core Software Platform para seu N900.
Um dia marcado pelo choque de que, na mesma máquina, o Dalvik do Froyo chega a ser 450% mais rápido que o Dalvik do Eclair – efeitos do compilador Just-in-Time. Enquanto isso, HTC Desire na INFO (via), o vazamento do Samsung i5800/5801, Motorola A955/Droid 2/Shadow com Wifi certificado (ou talvez seja Xtreme?), documentação do Compaq Airlife 100, Moonse E7001 e os chips baratos da Rockchip e carros Android by GM?
Além disso: os cases do OpenPandora chegaram, então é hora do trabalho. A Dell lança mais um netbook, o Latitude 2110, e mais uma vez Ubuntu é opção de SO. Atualizações, com mais aplicações, no Jolicloud.
Ah sim, pra terminar: a HP reafirma que investirá na Palm.
A Canonical continua, aos poucos, abrindo seu caminho no oferecimento de soluções para OEMs. Hoje foram duas tacadas: o Ubuntu Unity e o Ubuntu Light.
O Light é o Ubuntu para o mercado de instant-on; a Canonical diz que o Light boota em até 7 segundos, e sempre em menos de 10 segundos.
Já o Unity é um novo lançador, que além de fazer parte do Ubuntu Light, substituirá o lançador atual do Ubuntu Netbook Edition, sendo voltado para netbooks e dispositivos touchscreen (tablets, anyone?); o Ars Technica tem um hands-on com o Unity que dá uma ideia dos objetivos e limitações de design do shell.

No Maemo: novo MWN (com o N900 saindo em Hong Kong com o PR 1.2 de fábrica) e guidelines de empacotamento.
O Easy Peasy lança o beta do 1.6; excelente notícia para os donos de netbooks.
O Dingux agora tem Qt Embedded, e Oldplay atualizado para os fãs de tunes de micros clássicos.
E uma entrevista interessante da força por trás do Openmoko-fr, e a apresentação do SHR num evento na República Checa.
Começando com a cândida confissão da Intel de que o Moblin (e de certa maneira o MeeGo) só surgiu porque aquela empresa de Redmond não consegue fazer um sistema que rode nos Atom.
A Palm avisa que, a partir da terça que vem, os Plus (Pre e Pixi) estarão à venda na França, primeiro na loja online da SFR (oi Vivendi! oi GVT!) e, 15 dias depois, nas lojas físicas.
Por falar em hype, que tal a Sprint convidando para um hands-on do HTC EVO 4G com direito a uma première do filme do Prince of Persia? Porque ninguém me convida pra essas coisas?
Se você acha que as resenhas do HTC Droid Incredible acabaram, think again. Inclusive ressucitando resenhas do irmão HTC Desire.
Já que o Google brevemente distribuirá frozen yogurt para todos… algum desejo?
O CEO do Google acha que os netbooks com Chrome OS deveriam custar entre 300 e 400 dólares. Se vão custar, são outros quinhentos.
Para terminar, a quantas anda o trabalho de portar o Ubuntu para o Zoom2, um board de desenvolvimento OMAP.