Free the Android
O código do Android finalmente foi liberado. Palmas para o Google.
O código do Android finalmente foi liberado. Palmas para o Google.
Interessantíssima descrição no RegDeveloper de uma apresentação do Android para desenvolvedores. As partes mais interessantes:
É interessante o fato do autor ter entendido que a lógica do Android não é a lógica da telefonia, mas a lógica da computação; o Google é, afinal de contas, originário da computação. Outra conclusão interessante do autor é chegar à conclusão de que o Android ocupará o high-end do mercado, quando todo mundo pensa em lançar telefones mais baratos com ele.
(Aliás, deve ser notado que o SDK será atualizado num futuro muito próximo.)
Outro artigo interessante que apareceu foi da EETimes. A partir da lista de participantes da OHA, o artigo tenta chutar algumas características de um telefone com Android. Tirando a questão do navegador (em que o artigo fala de Opera Mini, apesar do WebKit, hoje, dominar o mercado), tem chutes bem interessantes por lá.
Via Infoworld, a informação de que Trolltech, Huawei e outros menos votados se associaram à LiMo Foundation tem um quê de interessante, particularmente porque a Trolltech está no meio.
A Trolltech sai da LiPS, onde perdeu a queda-de-braço da especificação, provavelmente para a ACCESS, e viu o Release 1.0 sair propondo GTK+, e vai para um ambiente certamente mais “amigável”, gerando momentum para a LiMo; além disso, ganha aliados na luta contra o massacre de mídia e mindshare que a Open Handset Alliance vem impondo nos dois consórcios de Linux-para-celulares; e, de bônus, fica mais perto da Motorola, onde uma luta interna deve estar sendo travada para migrar para o Android ou ficar com o MOTOMAGX.
Ainda veremos muitos rounds desta luta. Já compraram suas pipocas?
A Motorola é, pelo menos no Ocidente, o grande fornecedor de telefones Linux; portanto, qualquer ação da empresa deve ter atenção redobrada. Como muita coisa vem acontecendo com a empresa do M estilizado, resolvemos dar uma “freada de arrumação” para analisar os movimentos, e aproveitando para inaugurar uma das nossas ‘colunas’, a Análise de Segunda (trocadilho proposital). Vamos lá.