agosto 20th, 2008
18:35
Corporações, Hardware, Software
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O Panasonic
P706ie, um dos telefones da nova fornada LiMo, já saiu no Japão; a Jenn do Pocketables olha a multidão de MIDs no Intel Developer Forum e se pergunta se a Intel não tinha definido que MIDs só rodariam Linux; mais um navegador GPS com Linux; faça seu Hello World para o Android (via); a Insigne parte para o namoro com os fabricantes de netbooks; e, para manter a tradição de TI, o PalmOS Nova atrasa.
Via Thumb Report (que rapidamente se torna um dos meus sites preferidos): a Palm volta a afirmar que o PalmOS II, ou PalmOS Nova, seja que nome o sucessor do PalmOS
com kernel Linux tenha, sai ainda este ano, com dispositivos no primeiro semestre de 2009. E a Sybase
já anunciou que está trabalhando em levar sua solução de email corporativo seguro para o Android.
Já no mundo dos MIDs e dos UMPCs, que há algum tempo não dão o ar de sua graça por aqui, enquanto o WiBrain lança sua nova versão, o B1S, com SSD
de 32GB e Linux, o Aigo MID de produção (usando Intel Atom!) aparece.
A Palm
é uma empresa sui generis. Criou um culto e uma ‘economia Palm’ em torno de si na época dos PDAs
e, mesmo nos piores momentos, conseguiu manter uma base forte e leal de usuários, principalmente porque ainda é um PIM formidável. E, uma empresa com essa aura, sempre vai ser notícia.
Saíram na Palm Infocenter informações cruciais sobre a nova versão do PalmOS (que, como se sabe, usa Linux como base):
- O nome de código é Nova
- O PalmOS Nova já está rodando num protótipo interno da Palm, chamado Zeppelin
- Continua valendo a idéia de lançar dispositivos com o Nova em alguma data a partir de fevereiro de 2009
Será que já não é tarde demais? Certamente não é; o PalmOS, mesmo alguns anos atrás da concorrência, ainda se mantém no mercado, e o sucesso do Palm Centro e dos novos Treos
dá mais um tempo de sobrevida ao sistema (e à empresa). O problema é que se ouve falar de sucessores do ancião PalmOS 5 há três anos; quatro anos, assim que o primeiro dispositivo com o “Nova” sair.
Imagino que, se não tivesse a aura da Palm, já não estaríamos discutindo esse assunto desde o final de 2006.