Em Maemo: além da nova versão do fMMS, uma coleção de dicas para os esquecidos.
Para os que ainda não pegaram a ideia do ‘instant-on OS’, um exemplo: tempo de boot do ExpressGate contra o tempo de boot do Windows 7, num Asus EeePC.
No mundo andróide, a conversa do dia é, sem dúvida, o Enso ZenPad. Não por bons motivos, pelo contrário; o que esperamos é que tudo se resolva, ou a Enso consiga mandar os tablets ou os compradores recebam todo o dinheiro.
Do resto, duas resenhas (XPERIA X10 e Desire), o GeeksPhone conseguindo acordos com operadoras, um exemplo de como o NDK pode acelerar sua aplicação e um Live Wallpaper que John Conway aprovaria.
O Android Community fez as comparações e descobriu que, ahn, as especificações do LG Aloha se parecem muito com as do LU2300.
Uma TV com Android. O nome da empresa que fez ser People of Lava só aumenta o awesomeness.
A TV citada acima roda Android 1.5, como os Motoblur, o Samsung Galaxy, o Hero com Sense UI etc etc etc. Então, para o programador, é importante saber se virar com esta versão do sistema (incluindo as diferenças em relação à 1.6).
Gosta das fontes do Android? Como instalar em seu netbook.
O XPERIA X10 sai no Canadá dia 15, mas vamos ficar sem resenha outra vez.
Presentinhos para quem já se registrou para ir ao Google I/O.
No Android Market – que não terá jogos na Coreia – uma versão gratuita do VLC Remote.
E os manuais de usuário do HTC Legend. Não tem português do Brasil.
Hoje é um grande dia para quem quer explorar ao máximo ou só fazer um jogo bacana em seu Android ou webOS, já que estão disponíveis o beta 3 do NDK Android com suporte a OpenGL ES 2.0 e o PDK do webOS.
É, deve ter algo a ver com a confirmação do óbvio.
Andy Rubin, além de comentar que o Android poderia ser mais amigo dos usuários empresariais e tal, soltou que o Donut (ex-2.0, atual 1.6) e Eclair (2.0) saem esse ano. Acho que isso significa que o Donut será mais um refresh do Cupcake (p.ex. para suportar resoluções diferentes de HVGA) do que algo com muitas novidades.
O Android tem sido uma injeção de energético na comunidade não-x86, como o caso da MIPS. A MIPS Technologies, inclusive, vai levando seus planos andróides para a frente – não deve demorar muito para vermos andróides em set-top boxes e outros dispositivos embarcados.
No mesmo dia em que a China Mobile libera o SDK do OPhone, a Dopod (subsidiária chinesa da HTC) fala em três Androids, incluindo um TD-SCDMA, uma versão do Hero e uma versão do Click.
Para quem gosta de apostar, o Zumo pergunta qual Android chega primeiro ao Brasil. A minha opinião? O Galaxy chega pouco antes do Magic.
E, para terminar este post… o Google ressucitou o BASIC!
Não iria demorar muito para o usuário de Palm Pre poder torrar a sua bateria servindo de roteador Wifi, e esse dia chegou. Lembre-se, claro, de andar perto de uma tomada caso você realmente teste isso. Da mesma maneira que o primeiro livro de programação para webOS saiu da fase Rough Cuts.
Hoje, certamente, é um bom dia para ser desenvolvedor Android.
Primeiro, o aparecimento do Android Scripting Environment; trocando em miúdos, agora o amigo coder pode desenvolver em Python, Lua, BeanShell e futuramente Ruby e JavaScript para o sistema diretamente no telefone. E, de bônus, o Google implementou APIs para o Android em Python e em Lua. Isn’t that beautiful?
Segundo, o aparecimento do Appcelerator Titanium, uma mão na roda para quem quer desenvolver para Android e iPhone, já que gera o mesmo codigo para os dois.