Excelente artigo na Shanzhai.com sobre o primeiro aniversário do OPhone, a versão China Mobile do Android – não por acaso, pintando um quadro pouco animador do esforço da China Mobile de criar um fork do Android.
E este é o ponto.
Forkear não é uma coisa simples, ainda mais quando o fork corre em paralelo ao projeto principal. E aí reside o drama do OPhone, o mesmo drama do HTC Sense, do Motoblur e do UX dos Xperia: manter-se próximo do estado da arte do projeto principal é caro, demorado e nem sempre existe garantia da possibilidade de atualização.
Moral da história: enquanto na própria China os fabricantes shanzais (não o que chega no Brasil, que costuma ser o low-end do low-end) estão todos próximos do estado da arte, basta ver no próprio OPhone zone para ver que, dos treze dispositivos OMS, só um roda OPhone 2.0 – não está incluído o Sony Ericsson A8i, que saiu hoje – com os outros doze provavelmente sem previsão alguma de atualização do Ophone 1.x (que é, basicamente, equivalente ao Android 1.5).
Não acredito que a China Mobile vá dar o braço a torcer e desistir do OPhone, nem que os fabricantes vão simplesmente deixar de agradar à maior operadora do mundo e deixar de lançar telefones com OMS, nem que seja só para marcar posição. Mas é mais um exemplo de que, a longo prazo, manter forks e skins próprios não funciona.
O popular software de realidade aumentada Layar chega ao Bada OS. bb (demo ASCIIArt) e Quake no Dingux. Na quarta parte da série do uso do N900 como modem, roteador Wifi. O JooJoo ainda está vivo e ganha um tremendo update de firmware – pena que atrasado. E as coisas na produção do OpenPandora vão se acertando, nada como conferências telefônicas para resolver.
O vazamento do dia é a ROM de teste do HTC Vision/T-Mobile G2. Resenha do LG Optimus Z… er LG Brasil, vai ficar aí olhando em vez de trazer? Samsung Galaxy S Power Pack, quando você precisa daquelas 8,5 horas de conversação. O SE XPERIA X8 se torna mais real com o manual de instruções, cortesia do FCC americano. O Google perde o evangelizador para programadores de jogos.
Não tem nenhuma novidade surpreendente, mas não deixa de ser importante, porque é mais uma demonstração do Meego. Aliás, uma defesa do Meego como futuro da comunidade N900.
O Seidi descobriu que o Galaxy S está fazendo checkout para sair pela Claro, e ao que parece na Vivo também; pena que não é o branco. O HTC Wildfire ganha seu root; HTC, aliás, que emplaca o T-Mobile G2, o primeiro Android do mundo com HSPA+. O PSDroid ganha mais detalhes. O Acer Aspire D255 é tirado da caixa. O tablet da Toshiba com Tegra 2 deve sair em setembro/outubro. O Dell Streak é depenado. O Moonse Apad E7002 impressiona. E uma demonstração do rádio do Motorola i1.
A GPH publica o guia para utilização de keymappings nos emuladores para Caanoo e Wiz. E tem o driver de RTL8188, popular entre dongles USB Wifi, para o Wiz.
Antes do post em si, vamos lembrar de duas coisas:
A Sony Ericsson tem quatro Androids (X10, X10 mini, X10 mini Pro e X8). Todos os quatro estão com Android 1.6. A Sony Ericsson, neste momento, não tem nenhum Android 2.x.
Apesar do esforço do pessoal da Hard Kernel (ODROID), o Android como plataforma de jogos está, digamos, longe de causar impacto.
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Então que agora de noite o Engadget solta esta bomba sobre todo mundo.
Que a Sony Ericsson estaria trabalhando num dispositivo com tela entre 3,7 e 4,1″ e resolução WVGA ou maior, com um slider revelando as teclas de Playstation, câmera de 5 megapixels e Snapdragon de 1GHz; este dispositivo teria Android 3.0 (Gingerbread) e seria capaz de rodar jogos da qualidade do PSX ou PSP, com uma área específica do Android Market para estes jogos (estamos falando de coisas tipo God of War, Modern Warfare e Little Big Planet). E a data mágica de outubro reapareceu.
Mais um capítulo da novelaZeen: juntando os pedaços, é possível esperar que ele venha com webOS mesmo (via). O que renovou minha esperança de acertar esta :lol:
O Droid 2 (que segue a nova política da Motorola de descartar o MOTOBLUR) já tem preço, só não tem lançamento (ainda); os 5 melhores teclados virtuais alternativos para Android (pelo menos na opinião do JK); o Tweetdeck traz boas notícias sobre sua versão para o Android; mais uma resenha dos irmãos X10 mini e Pro; e o Desire HD aparece em vídeo com sua tela gloriosa de 4,3″.
Para manter uma tradição deste blog, errei neste postporque o Zeen vem mesmo com Android, afinal aparentemente a HP já estava trabalhando nele antes da compra da Palm; mas o Zeen é legado, porque o presente e o futuro são webOS. Aliás, os devels estão convocados para o hackathon do Spaz (que, além de um cliente Twitter livre e gratuito para webOS, tem um cliente Adobe AIR livre bem bacana).
Além do update do GSoC do Facebrick, temos o update do TouchSearch para Maemo.
A resenha do dia é do HTC Aria, talvez para comemorar a HTC lavando a égua no Android. O hands-on do dia é do Motorola i1. A Rockchip bota na rua mais um chip pronto para o Android – futuramente num PMP chinês próximo de você. O Xperia X10 mini brasileiro deve ganhar seu Froyo em novembro.
E o dilema de Tostines do dia: o Easy Root agora faz one-click on-phone root no Milestone. Mas custa 1 dólar no Android Market. O que significa que você não pode comprar o Easy Root. A não ser que já tenha rooteado o telefone.
Pra começar com uma pequena observação sobre as polêmicas da tal aplicação maliciosa e do rootkit para Android: as duas coisas até que demoraram para acontecer.
A HTC está a toda, soltando Froyos para o EVO 4G e o Desire; já a Vodafone solta o ‘Ace’ como Desire HD e o ‘Vision’ como Desire Z. A Huawei começa a desembarcar seus Androids na Índia, com o U8300 e o U8500 de cabeça-de-ponte; é bom ficar de olho no preço para saber o nível de agressividade dos chineses. O XPERIA X8 sai em setembro no Reino Unido, e um unboxing do X10 mini que, pelo menos no olhômetro, é o celular mais cúti-cúti do mundo (sim, isto é uma opinião pessoal e boba ).
Esta semana é dos andróides da Augen, então tem o Charbax tirando onda, o tablet Gen 78 rooteado e recebendo Cyanogenmod em mais um feito do #teamdouche.