Steve Chippy publicou suas impressões depois de 24 horas com o Toshiba AC100.
E a grande reclamação é a mesma de sempre ao se falar de qualquer smartbook ou tablet com Android: o Google não disponibilizar as suas aplicações proprietárias para outros dispositivos além de telefones. É claro que sempre é possível escapar de uma maneira ou de outra das limitações (sideload, configuração da conta Google como uma conta Exchange, markets alternativos etc), mas – independente da discussão sobre a necessidade de aplicações proprietárias para ter um Android 100% produtivo, que é algo que não vou fazer agora – o Google está criando, na prática, dispositivos Android de segunda classe e fazendo com que os fabricantes vendam estes dispositivos para um público que espera a experiência Android por inteiro.
Na prática, não adianta o Google rezar/chiar/trollar etc para que os fabricantes desistam de vender tablets enquanto o Gingerbread não sair ou smartbooks enquanto o Chrome OS não sair; as pessoas simplesmente estão lançando tablets, como é o caso do StreamTV Elocity A4, do SmartQ T7 (que, com um firmware novo, mostra um poder de ver vídeos em HD que ninguém esperava vir de um Telechips), do Windows N6 MID (que abre alas para a nova geração dos Rockchips, chegando ao clube do 1GHz).
E isso só aumenta a curiosidade em cima da Samsung, de como ela vai resolver isso no Galaxy Tab, afinal a Toshiba é tão membro da OHA quanto os coreanos e não conseguiu as Gapps para o AC100; talvez a manutenção da função de chamadas telefônicas, mesmo sabendo que ninguém em sã consciência vá colar um tablet de 7″ no rosto pra falar ao telefone, seja a chave. Porque do resto é aquilo: vazamento de acessórios, vazamento de uma versão CDMA.
Bônus: se você ainda tinha alguma dúvida do poder do Tegra 2…





